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RESENHA: Até o Último Homem

Depois de um bom tempo longe, estou de volta. E dessa vez, quero compartilhar com vocês um filme que me emocionou de diversas formas; Até o Último Homem. O filme está disponível na Netflix e foi premiado no Oscar em duas categorias. Sem mais delongas, vamos à resenha:

AUH

Desmond Doss (Andrew Garfield) é um adventista que mora com seus pais e irmão. O rapaz ao ajudar um acidentado e levá-lo ao hospital, se depara com uma jovem enfermeira, Dorothy Schutte (Teresa Palmer), e se apaixona por ela. Os dois iniciam um lindo romance até que Desmond, ao ver outros jovens rapazes se alistando no exército, decide que fará o mesmo. Com isso, os dois se despedem com a promessa de que, na primeira folga dele se casariam.

No exército, Desmond passou por todas as etapas para ser aceito, exceto uma; o rapaz se negou a pegar uma arma e matar pessoas, por ser um dos maiores pecados. Com isso, todos começam a zombar e humilhá-lo por sua decisão. Ao tentar mandá-lo de volta pra casa, através de um julgamento por mal comportamento, seu pai, que já havia servido o exército, consegue uma carta de um general permitindo que Desmond se alistasse sem armamento. Dessa forma, Doss fica responsável por socorrer e resgatar os soldados feridos na guerra.

Na batalha de Okinawa, Desmond se depara com todo o horror de homens sendo explodidos e mortos em questão de segundos. E mesmo com todo o terror, socorreu todos que pediram por sua ajuda. Quando todos que conseguiram sair dali andando desceram o penhasco de 120 metros de altura, Doss permaneceu lá procurando por sobreviventes e com a força de seu corpo, sozinho (e com a fé em Deus), o jovem resgatou 75 homens. E a todo momento ele pedia que Deus ajudasse que ele salvasse mais um e quando conseguia, pedia que o ajudasse a salvar mais um.

O filme mostra a fé de um homem que foi humilhado e apanhou no exército por ter sua crença. Porém, quando Desmond salvou todos aqueles homens, sem desistir de nenhum, todos os soldados sentiram gratidão por tê-lo por perto e afirmavam que só iriam à guerra se Desmond Doss estivesse presente.

Agora choquem, o filme é baseado em fatos reais. Sim, eu também não acreditei. Por este motivo, eu amei o filme dez vezes mais. Espero que tenham gostado da resenha e que assistam.

Beijo no coração. ❤

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O primeiro episódio: Fuller House

Sim, caros leitores, este seriado cheio de amor está de volta. Acabo de assistir ao primeiro episódio e não poderia deixar de compartilhar com vocês. Se vocês também assistiram a série no SBT da primeira vez (e quando reprisou), bate aqui. Haha Juro que meu coração disparou quando soube desse retorno, só fiquei decepcionada com o fato de não ter a Michelle (Gêmeas Olsen). Mas ainda assim, o seriado é MUITO bom e cheio de lembranças boas, venham ver:

The house is full again. Fuller house is coming to Netflix February 26.

O episódio se inicia com a abertura da série “antiga”, se podemos dizer assim. Logo em seguida Danny, Jesse e Joey estão na cozinha com um bebê (saudades Michelle) vestido de Elvis Presley.

D.J é mãe de três meninos e está tendo um final de semana com a família reunida e recebendo ajuda para cuidar de seus filhos, porém isso logo vai se acabar assim que todos forem para L.A a trabalho. Sua irmã Stephanie, que está sempre viajando pelo mundo a fora, chega para visita-los. E claro, uma peça que não poderia faltar é Kimmy Gibbler que entra causando.

Assim que seu marido faleceu, D.J foi morar na casa onde cresceu, tendo a ajuda de seu pai e de vez em quando de seus tios. Porém agora com essa oportunidade de emprego que surgiu em L.A, seu pai, Danny, colocará a casa a venda.

Quando D.J se vê esgotada e não conseguindo dar conta da quantidade de tarefas e responsabilidades sozinha, desabafa enquanto cuida do seu bebê, Tommy. Ela só não esperava que todos os seus familiares estivessem ouvindo pela babá eletrônica. Danny, Jesse, Joey e Rebecca decidem ficar, mas quando estão contando para D.J, porém, Steph se vê na obrigação de intervir, alegando que todos eles já haviam feito o bastante e que agora era a vez dela ajudar sua irmã. Claramente, nossa querida Kimmy Gibbler aproveitou o momento e disse que também se mudaria para a casa. Imaginem só essas três juntas DE NOVO.

Quando saiu a notícia de que a série voltaria, fiquei super ansiosa. Esperava algo muito bom, mas não imaginava que seria algo tão incrível assim, juro. Além dos atores continuarem os mesmo e nós podermos ver toda a evolução de cada um, tem muita memória envolvida. Então durante o episódio eles vão relembrando momentos da série anterior. E não podemos esquecer das crianças, são hilárias, principalmente o Max.

Não tenho criticas sobre a série. Mencionei o fato de ter me decepcionado por não ter a Michelle, mas a série não perdeu o balanço por conta disso. É fato que todos gostariam e esperavam que uma das gêmeas Olsen participassem, mas como já disse, a série não deixa de ser maravilhosa por isso.

Se eu recomendo que vocês assistam? Claro! Parem o que estão fazendo agora e corram pra assistir. Haha Espero que gostem! Me contem depois o que acharam.

Beijos

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